93º Tech Day - Artificial Intelligence

10/01/2018     Tech Days

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Realizou-se, na Altice Labs, o 93º Tech Day subordinado ao tema "Artificial Intelligence".

"Artificial intelligence was coined by John McCarthy, an American computer scientist, in 1956 at The Dartmouth Conference where the discipline was born. Being understood has the simulation of human intelligence processes by machines, especially computer systems,  it is today an umbrella term that encompasses everything, from learning to robotic process automation to actual robotics. It has gained prominence recently due, in part, to big data, or the increase in speed, size and variety of data businesses are now collecting." [source: http://searchcio.techtarget.com/definition/AI]

Este evento pretendeu fazer um resumo do estado da arte sobre este tópico bem como dar exemplos de como a Inteligência Artificial pode executar diversas tarefas, em áreas distintas, e de forma mais eficiente que os humanos, permitindo assim que negócios já existentes tirem um melhor proveito dos seus dados.

Para fazer uma breve introdução ao tema, assim como focar a aplicabilidade da AI na área de recursos humanos e deteção de estados de fadiga mental contámos com o Prof. Paulo Novais, da Universidade do Minho, e André Pimenta, CEO da Perfometrics.

O Prof. Penousal Machado, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, diretor científico do Computational Design and Visualization Lab, apresentou modelos de visualização de dados baseados em AI, aplicáveis a storytelling, estética da informação, visualização de tráfego, redes e sistemas de transporte, visualização de Big Data, entre outros.

Já António Castro, fundador da MASDIMA, apresentou uma solução de gestão de operações automatizada, autónoma, distribuída e com elevada capacidade de decisão e aprendizagem, orientada para a área de controlo operacional dos transportes aéreos.

Finalmente, Paulo e Pedro Caridade, fundadores da Space Layer Technologies, apresentaram esta startup,vocacionada para a sensorização ambiental para controlo da qualidade do ar e com utilização de AI de apoio à decisão para disponibilização de alertas em tempo real.

O painel de discussão que se seguiu, moderado pelo Mário Moreira, da Direção de Coordenação Tecnológica e Inovação, abordou temas como a necessidade das empresas de identificarem as oportunidades de negócio em que podem aplicar AI, não o fazendo apenas por ser "moda". Os oradores reconheceram que as aplicações AI são multidisciplinares, cruzando várias tecnologias e áreas de conhecimento, como foi exemplificado pelas apresentações feitas. AI "apenas" disponibiliza tecnologias que geram conhecimento.

A aplicabilidade deste conhecimento requer a interação e integração com outras áreas e disciplinas. Foi também reconhecido por todos que a área de AI exige uma abordagem, pelo menos, à escala europeia, com colaborações internacionais. Do ponto de vista ético e legislativo ainda muito há a fazer, sendo preocupante o aspeto da segurança de dados e privacidade, bem como a imputação de responsabilidades. Constatou-se que é possível ter AI em ambientes industriais altamente certificados, com exemplos operacionais na área da robótica industrial e da aviação, sendo que outras áreas de aplicabilidade ainda são consideradas áreas de risco, nomeadamente sistemas de condução autónoma.

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